quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Frases engraçadinhas para alegrar seu dia

"Fiz um teste pra saber o dia do meu casamento e o dia da minha morte. Os dois deram a mesma data!"


"Sinto você me chupando, seu gemido me enlouquece. Procuro o teu corpo e não acho. Acendo a luz. Agora te pego pernilongo desgraçado!"

Joãozinho, diga uma frase com a palavra formatar: "Fessora, leve esta faca se acaso formatar alguém."


- Joãozinho, me diga qual é o tempo verbal da frase: 'Isso não poderia ter acontecido?' - Preservativo imperfeito professora!

"As Mulheres Fruta estão conectadas no mundo. Elas tem Internet Bunda Larga."

"Malandro é o pernilongo, que quando morre com um tapa não derrama o sangue dele, derrama o seu."

"Estudo revela que depois de fazer amor, 10% dos homens voltam-se para o lado direito, 10% para o lado esquerdo e 80% voltam para casa!" (sei não...)

"Loira: -Oi amiga, o que você tem feito? Amiga: -Quimioterapia. Loira: -Sério? Na PUC ou na Federal?" (boa!!!)

"João, beije minha mão. José, beije o meu pé. Jacinto, por que foges?"

"O casamento é como um WorkShop. Enquanto o homem Work a mulher Shop."

"Arroz:R$2,00 ... Macarrão:R$3,00 ... Produto sem código de barras: Não tem preço!"

"O cara era tão magro que o chuveiro dele só tinha um furo!"

Loira 1 "- Nossa, como tá escuro aqui né?" Loira 2 "- Não sei, eu não tô enxergando nada."

"Mamãe! Eu não quero visitar a vovó! Quieto filho ... e continua cavando!"

Minha mãe achava que eu era vidente quando era mais novo. Ela falava: "Adivinha só quem vai apanhar quando chegar em casa?"

"No dia que suor der dinheiro, pobre nasce sem sovaco."

"Não quero ter filhos por dois motivos: não divido o meu videogame, nem os peitos da minha mulher."

"É chato ser bonito. Mas é muito mais chato ser feio."

"Quando sua mulher fica grávida, todos alisam a barriga dela e dizem "parabéns". Mas ninguém apalpa seu saco e diz "bom trabalho". ( é bem lógico essa!)

Conversa entre dois tobogãs: "Nossa, como os anus passam depressa."

"- O se-senhor sa-sabe onde fi-fica e esco-cola para ga-gagos? -Mas pra que? O senhor já gagueja tão bem."

"Odeio pelos pubianos, ultimamente eles estão me enchendo o saco!"

"Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar de segunda a sexta?"

"-Mamãe, meu marido me encheu de porrada. -Mas eu achei q ele estivesse viajando filha. -É mãe, eu também."

"Sexo sem amor é uma experiência vazia, mas dentre as experiências vazias é certamente a melhor."

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Morrendo de rir

Brasileiro faz piada com tudo. E eu, como bom brasileiro, apesar de ter ficado muito triste e chateado esses dias com a morte do meu tio, não deixei de fazer minhas piadinhas.
O cemitério é um lugar muito bonito, mas a grande vantagem é a vizinhança, muito silenciosa e nunca dá trabalho, nunca se ouve briga de marido e mulher, ninguém coloca som alto ou fica gritando o nome do time. Deve ser um ótimo lugar pra morar perto, só deve ser ruim morar lá dentro... Reparei que o crematório tem uma rampa, deve ser usada pra queimar cadeirantes, leva o cara na cadeira mesmo e derruba ele dentro do forno, que nem carrinho de mão. Uma coisa eu não entendi, porque o lugar chama "cemitério parque"? Não vi nenhuma roda gigante lá dentro. Nem carrossel. Apesar que se houvesse, não seria muito bom, seria impossível causar fortes emoções naquele público. O crematório me lembrou aquele filme que o povo vai jogar as cinzas do avô ao mar e quando lançam bate um vento e as cinzas voltam com tudo em cima deles. Aí eles ficam se batendo e cuspindo para tirar as cinzas falando " tchau vovô", "vai com Deus vovô cof cof", "descanse em paz cof cof"...
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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Músicas e expressões que nos sacaneiam

Tem algumas músicas em que os compositores não pensaram nos cadeirantes, ou então tem alguma fixação por andar. Que mania que esse povo tem de fazer tudo andando. Porque não pode ser rodando?
A primeira que me vem à mente é a da Elis Regina: "Caminhando e cantando e seguindo a canção..." Não poderia ser "caminhando e rodando"?
E aquela do Jota Quest: "Vem andar comigo"... cara, dói lá no fundo. Você todo romântico ouvindo um som com a namorada, aí vem essa música... é capaz até de broxar o indivíduo.
É como algumas expressões que neguinho fala até sem querer, mas que magoa profundamente... tipo quando você encontra um amigo que não vê há muito tempo, e o que o cara te pergunta?

- Por onde você tem andado? ou então
- O que você anda fazendo?
Cara, não ando fazendo nada. Não tenho andado por lugar nenhum. Mas estou meio rodado...
Mais uma coisa que faz sofrer: quando você está saindo de casa, e quer se arrumar na cadeira, se ajeitar, a namorada vira pra você e fala:
- Vamos embora, anda!
Essa hora talha o sangue. Minha filha, eu não ando não. Será que não percebeu até hoje? Agora vou empacar aqui, que nem burro, quero ver me tirar.
Mais algumas expressões que não podemos usar:
- Vou dar no pé. (até podemos mesmo porque se der no pé nem dói)
- Chutando o pau da barraca. (que tal puxando o pau da barraca?)
- Chutar o balde. (no máximo consigo derrubar o balde empurrando com a cadeira. Pelo menos entorna tudo.)
- Entrar em casa pé ante pé. (acho que rodando faz mais barulho)
- Sai do meu pé. (esse pode ser substituído por sai da minha aba)
- Passar a perna. (cadeirante é muito honesto, não passa a perna em ninguém)
E tem outros, se for lembrando coloco aqui. Vamos criar nossas próprias expressões!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Mijando verde

Anteontem levei um susto: de repente reparei que meu xixi estava verde. Ou eu estava virando o incrível Hulk ou tinha tomado alguma coisa estranha pra dar essa reação. Como não senti meus músculos crescendo, parti pra segunda hipótese e descobri: a culpa era do Sepurin, um remédio que o Sarah me receitou pra casos de início de infecção urinária.
No sábado vi que minha urina estava ficando turva e começei a sentir as dores típicas de infecção, resolvi então experimentar o tal remédio. Mas não imaginei que ia mijar como o Hulk!
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Que placa é essa?

Enquanto esperva no Sarah hoje fiuei intrigado com a placa acima colada na porta do banheiro. Será que é próprio pra transformista? Ou pra uma muher com meia-saia? Lembrei de um video engraçado...
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Salgado do Cróvis

Às vezes viajo tanto numa coisa que dá até pra fazer uma peça de teatro. Há uns meses isso aconteceu, e vou contar em forma de peça mesmo. Começou quando ganhei dois ingressos para assistir a Orquestra Filarmônica no Palácio das Artes.
Prólogo: o cara humilde casa com sua vizinha de rua, mais humilde ainda, no interior. Querendo mudar de vida, ele estuda muito e faz um concurso público. Passa no concurso, e os dois se mudam pra capital. Ele, apesar de humilde, sempre foi muito discreto e bem informado. Ela, não quis saber de estudar e é meio sem noção, fala o que vem na cabeça e geralmente fala alto.
1º ato: depois de um tempo trabalhando, ele ganha do chefe dois ingressos para acompanhá-lo numa apresentação da Orquestra Sinfônica. Chegando em casa, conta feliz pra mulher que eles vão em um evento chique com o chefe e a mulher dele, mas ela terá que se comportar, pois são pessoas finas, e não quer passar vexame. E ela:
- Esquenta não benhê! Eu sei comportá bem chique, que nem aquele povo da novela.
O cara só reage com um tapa na testa.
2º ato: chegam os dois no Palácio das Artes, onde será a apresentação e encontram o chefe e a esposa. O chefe elogia o vestido dela e ela rebate:
- Brigadim, viu? Comprei lá na C&A, foi baratim baratim!
Entram no recinto, todo aquele requinte. E ela deslumbrada falando alto:
- Nossinhora mãe de Deus, que coisa mais linda, isso aqui é maior do que o terreiro de café lá do sítio!
O marido morrendo de vergonha explica que não pode falar alto lá dentro.
Eles se sentam e ela começa a ler o programa da noite. De repente, empolgada, ele fala pro marido:
- Olha só bem, eu conheço o moço que mexe com esse trem de orquestra!
- Conheçe não, amor, tá confundindo.
- Não, conheço sim, olha aqui: Fundação Clóvis Salgado. Conheço demais da conta! É o Cróvis, lá da rua do Sapo, ele vendia salgadinho pra todo mundo, cansei de comer salgado do Cróvis! Era coxinha, kibe, croquete... uma delícia, sô! Ah chefe, cê já provou o salgado do Cróvis? É muito bão! Que hora que eles começam a servir aqui, heim?
O marido se encolhendo cada vez mais. Explica pra ela que aquele era outro Clóvis, e não o que ela conhece.
Ela entende e continua lendo o programa. E logo solta uma gargalhada. Com mais vergonha ainda, ele pergunta o motivo. Pra que...
- Ah, esse povo da capitar não sabe o que é bom mesmo. Tá aqui ó: "Allegro ma non troppo". Não dá pra entender. Quando eu tô alegre, aí que eu trepo mesmo! É ou não é, meu bem? Conta pra eles, conta!
O cara não sabe onde enfiar a cara. Logo começa a sinfonia e ele explica que não pode falar absolutamente nada. Sorte dele...

quarta-feira, 19 de maio de 2010

A saga da TV do quarto

Relutei antes de publicar este post, pra não passar por indeciso demais e chato. Mas meu signo é libra, e mesmo não sendo fã de horóscopo, um signo cujo símbolo é uma balança serve de desculpa pro caso. Tudo começou quando descobri que podia comprar eletrônicos com o cartão de alimentação corporativo, e eis que me lembrei da força que fazia pra enxergar minha tv de quatorze polegadas no quarto (apesar de já ter uma gigante na sala). Solução, comprar uma tv nova com o cartão. Mas que modelo comprar?
O sonho de consumo é sempre a LCD, mas os preços ainda estão o olho da cara. Mas pro quarto, uma de 22" seria suficiente, e os preços estão baixando. Fui com a Gi ao Carrefour e a mais barata estava por 899,00 reais, muito cara. Mas já que estávamos lá, e eu tinha um bom saldo no cartão, descobrimos uma máquina de café expresso por menos de 200,00 pratas, resolvemos levar. Mas chegando em casa, vi na Internet que ela não era muito boa, a pressão era baixa, e tinha uma outra melhor no Extra. Não abrimos a máquina, e no fim de semana seguinte, voltamos ao Carrefour decididos a trocar por uma tv de 21" de tubo, daquelas comuns, pois era mais do que suficiente.
Lá chegando, vi a tv em promoção por 400,00 pratas e fui ao guichê de atendimento ao cliente para fazer a troca. As meninas checaram, deram uma notinha com o valor e fomos lá pegar a tv. Pedi ao vendedor, mas ele me informou que aquela era a última, não tinha mais em estoque. A única em estoque era uma Samsung, que custava 550,00 reais. Pô, por esse preço eu preferia esperar e comprar a LCD, então resolvi levar um Home Theater. Mas porque o Home? A ideia era esperar a tv entrar em promoção de novo e trocar.
Ficamos com o Home Theater quase um mês lacrado, quando finalmente a tv LCD entrou em promoção, por 799,00. Fomos ao Carrefour no dia seguinte, mas não é que a promoção já tinha acabado? Estava cem reais mais cara, voltei triste pra casa, mas uma semana depois resolvi comprar a de tubo de novo. Cheguei lá e fui ao atendimento ao cliente trocar o Home Theater, as meninas conferiram e peguei a notinha. Já tinha chegado mais no estoque, estava o mesmo preço, pedi a tv, comprei mais uma antena interna e fui embora. Mas já no estacionamento bateu o arrependimento.
Chegando em casa chutei o balde, resolvi que ia trocar de novo no dia seguinte pela de LCD. No sábado voltamos ao Carrefour e eu já fui rezando pra não ser as mesmas atendentes no setor de troca. E não é que eram elas? Já me olharam com aquela cara de "lá vem aquele cadeirante mala de novo trocar alguma coisa"... Como minha cara não queima, pedi a Gi pra buscar a tv grande no carro (mulher de cadeirante sofre) e solicitei a troca de novo. E garanti pras meninas que seria a última vez (apesar de que, se eu cismasse, trocava de novo).
Quando chegamos no setor de tvs, para minha surpresa, a que eu queria estava em promoção de novo! Que beleza, não ia pagar mais caro. Mas como adoro uma pechinha, ainda chorei com o vendedor pra fazer um preço melhor à vista. E não é que ele fez? Tirou só 27 reais, mas já estava bom. Pegou a tv e fui fazer o pagamento. Mas como eu tinha uma nota de crédito e ia pagar o resto no cartão, ele se enrolou na hora de registrar e não conseguia fechar. Aí eu sugeri que ele aumentasse o desconto, pra resolver. Falei meio brincando, mas o cara levou a sério e aumentou pra 40 pratas! E conseguiu fazer o pagamento.
No fim das contas consegui um desconto de 15,5% sobre o preço de sexta feira! Não é ótimo? E taí uma dica de compra, pechinchar sempre no preço à vista. Tem muita loja que diz que não muda o preço à vista, mas é porque ganham no parcelamento, mas na insistência abaixam o preço sim. E não se acanhem pra trocar produtos, no final eu fiquei muito mais satisfeito do que se tivesse aceitado o primeiro produto.